segunda-feira, 22 de junho de 2015

Sarah Vaughan e Milton Nascimento - Bridges (Travessia)

I have crossed a thousand bridges
In my search for something real
There are great suspension brigdes
Made like spider webs of steel
There are tiny wooden trestles
And there are bridges made of stone
I have always been a stranger
And i've always been alone
There's a bridge to tomor...row
There's a bridge from the past
There's a bridge made of sorrow
That i pray will not last
There's a bridge made of co...lors
In the sky high above
And i think that there must be
Bridges made out of love
Vou seguindo pela vida
Me esquecendo de você
Eu não quero mais a morte,
Tenho muito que viver
Vou querer amar de novo
Ee se não der não vou sofrer
Já não sonho, hoje faço
Com meu braço o meu viver
When the bridge is between us
We'll have nothing to say
We will run through the sun light
And i'll meet him halfway
There's a bridge made of co...lors
In the sky high above
And i'm certain that somewhere
There's a bridge made of love
I can see her in the distance
On the river's other shore
And her hands reach out longing
As my own have done before
And i call across to tell him
Where i believe the bridge must lie
And i'll find it, yes i'll find it
If i search until i die

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Ronaldo Bastos (BIOGRAFIA)


Ronaldo Bastos Ribeiro, iniciou sua carreira artística compondo, em parceria com Milton Nascimento, a canção "Três pontas", seguida por "Fé cega, faca amolada" e "Nada será como antes", dentre várias outras registradas em discos do parceiro.
Em 1973 sua composição "Cravo e canela" (c/ Milton Nascimento) foi registrada por Caetano Veloso no LP "Araçá azul".
Na década de 1980, sua canção "Um certo alguém" (c/ Lulu Santos) obteve sucesso na gravação do parceiro.
Em 1989 lançou, pela Som Livre, o LP autoral "Cais", que incluiu "Fé cega, faca amolada", "Cais", "Circo marimbondo", "Nada será como antes", todas com Milton Nascimento, "O trem azul" e "Sonho real", ambas com Lô Borges, "Amor de índio" e "A página do relâmpago elétrico", ambas com Beto Guedes, "Bons amigos" (c/ Toninho Horta) e "Todo azul do mar" (c/ Flávio Venturini), na interpretação de artistas como Caetano Veloso, Gal Costa, Tom Jobim, Milton Nascimento, Chico Buarque, Alceu Valença, entre outros.
Destacou-se, como versionista, pela autoria de "Nada mais" (versão de "Lately", de Steve Wonder, gravada por Gal Costa) e "Quando te vi" (versão de "Till There Was You", de John Lennon e Paul McCartney, registrada por Beto Guedes). Assinou transcrição para o inglês de sua canção "Nada será como antes" (c/ Milton Nascimento), que recebeu o título de "Nothing Will Be as It Was". A música foi gravada por Sarah Vaughan e incluída no disco "Brazilian Romance".
Atuou como produtor musical, em discos de Milton Nascimento, Beto Guedes, Nana Caymmi, Toninho Horta, Lô Borges e João Penca, entre outros.
É fundador da Nuvem Cigana, tendo atuado, com Cafi, em capas de discos de Nana Caymmi, Milton Nascimento e Sueli Costa, entre outros.
Em 1994, criou o selo Dubas Música, responsável pelo lançamento de discos de Toninho Horta, Flávio Venturini, Família Roitman Arranco, Jussara Silveira, Pedro Luís, Boato, Bia Grabois e Affonsinho, entre outros, além de seus discos autorais.
Lançou, com Celso Fonseca, os CDs "Sorte" (1994) e "Paradiso" (1997), que registraram canções da dupla, interpretadas pelo violonista. O disco "Paradiso" foi apontado como um dos melhores lançamentos do ano.
Em 1995, o disco "Cais" foi relançado em CD pela Dubas Música.
Em 2002, lançou o CD "Juventude/Slow motion bossa nova", com Celso Fonseca, fechando a trilogia que incluiu "Sorte" e "Paradiso". No repertório, suas canções "Samba é tudo", "Satélite bar", "Valeu", "Ledusha com diamantes", "A voz do coração", "Dylan em Madrid", "Feito pra você", "Miles ahead of time", "O sorriso de Angkor", "Meu Carnaval", "Juventude" e "Slow motion bossa nova", todas de sua parceria com o intérprete Celso Fonseca, além de "O que restou do nosso amor", sua versão para "Que reste-t-il de nos amours" (Léo Chauliac e Charles Trenet) e "La piú bella del mondo" (Marino Marini). O disco, financiado em parte pelo publicitário Washington Olivetto, contou com sua direção artística, produção e arranjos de Celso Fonseca e arranjos e regência de cordas de Eduardo Souto Neto.
Em 2007, lançou, em parceria com Celso Fonseca, o CD "Polaróides", contendo, além de uma seleção de faixas dos três discos anteriores da dupla, "Sorte" (1994), "Paradiso" (1997) e "Juventude/Slow motion bossa nova" (2002), uma regravação da canção "Sorte", em formato voz e violão, a inédita "Meu tudo pra mim", gravada especialmente para o novo disco, a canção "A noite é meu ópio", originalmente gravada por Nana Caymmi no CD "Alma serena" (1996), e ainda "My broken heart", retirada do CD "River Gauche Rio", lançado por Celso Fonseca, todas na voz do parceiro.
Faz parte da diretoria da União Brasileira de Compositores (UBC), bem como do conselho editorial de "Pauta", revista especializada, publicada por essa entidade.
Constam também da relação dos intérpretes de suas canções vários artistas e grupos, como Sandra de Sá, Ed Motta, Ângela Maria, Nouvelle Cuisine, Adriana Calcanhoto, Marina Lima, Titãs, Paralamas do Sucesso, Elis Regina, Flávio Venturini, Maria Bethânia, Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Johnny Alf, Tim Maia, Edu Lobo, Nana Caymmi, Caetano Veloso, Gal Costa, Ney Matogrosso, Beto Guedes, Sarah Vaughan, entre outros.

domingo, 14 de junho de 2015

Fernando Brant (BIOGRAFIA)


Fernando Rocha Brant, letrista, nasceu em Caldas/MG, em 9/10/1946.
Formado em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte MG, trabalhava como repórter da sucursal de O Cruzeiro.
No começo da década de 1960, conheceu Milton Nascimento, mas só em 1967 começaram a compor juntos, quando este lhe propôs que escrevesse a letra para música sua.
Depois de muitas recusas, escreveu Travessia, que foi apresentada por Milton Nascimento no II FIC, da TV Globo, no Rio de Janeiro/RJ, tirando a segunda colocação.
A música foi lançada no mesmo ano, no primeiro disco de Milton Nascimento, pela extinta gravadora Codil.
Em 1968, participaram de mais um festival - IV FMPB, da TV Record, de São Paulo - com Sentinela, defendida por Cynara e Cybele.
Em 1968, no LP Courage, gravado nos E.U.A. pela A&M Records, Milton Nascimento gravou Travessia e Outubro.
Em 1969, a Odeon lançou o LP Milton Nascimento, onde, além de Sentinela, apareciam outras composições da dupla, como Beco do Mota, Sunset Marquis 333 Los Angeles e Rosa do ventre.
No início de 1970 , compuseram a trilha sonora do curta-metragem Tostão, a fera de ouro, dirigido por Ricardo Gomes Leite e Paulo Laender, de que fazia parte a música Aqui é o país do futebol.
No mesmo ano, no LP de Milton Nascimento, apareceram, entre outras, Para Lennon e McCartney (com Lô Borges e Márcio Borges) e Durango Kid (com Toninho Horta).
Com este último compôs também Aqui, ó (incluída no LP de 1969 de Milton Nascimento) e Céu de Brasília, entre outras.
Em 1972, no LP de Milton Nascimento e Lô Borges - Clube da Esquina, da Odeon -, apresentou San Vicente e Ao que vai nascer, ambas em parceria com Milton Nascimento e Paisagem na janela, com Lô Borges.
Em 1974, no novo LP de Milton Nascimento, Milagre dos peixes (Odeon), apresentaram a faixa-título e Escravos de Jó.
Além dos parceiros já citados, compôs, com Tavinho Moura, Peixe vivo, Nossa Senhora de Ó etc., e com Sirlan, Nove anos e Profissão de fé, entre outras.
Nas décadas de 1980 e 1990, continuou sendo o principal letrista de Milton Nascimento, participando com duas letras do último disco de Milton Nascimento, premiado com o Grammy em 1998: Janela para o mundo e Louva-a-deus.

sábado, 14 de setembro de 2013

14 bis - Romance


Flores simples enfeitando
A mesa do café
Lindas e pequenas, arco-íris num buquê
Mistério azul de luz
E Vênus brilha temporã
Mistura em nós um só destino
Estrela da manhã
Como num romance
Um Deus risonho aqui passou
Derramando cachoeiras
Pela serra em flor
Viver no coração da lenda
É fácil, meu amor
Um sonho novo todo dia
Que ninguém sonhou
Oh... oh...
Canção de amor
Cintilando na janela aberta pra luar
Luzes da cidade refletidas num olhar
Constelações entre as antenas brincam de brilhar
Estrelas novas no horizonte
Vêm nos visitar
Como num romance um Deus risonho aqui passou
Numa nave cor da noite que ninguém notou
No coração da fantasia é fácil entender
Um sonho novo todo dia
Lindo de viver
Oh... oh...
Eu e você

terça-feira, 12 de março de 2013

Beto Guedes-Amor de índio


Tudo que move é sagrado
E remove as montanhas
Com todo o cuidado
Meu amor
Enquanto a chama arder
Todo dia te ver passar
Tudo viver a teu lado
Com arco da promessa
Do azul pintado
Pra durar
Abelha fazendo o mel
Vale o tempo que não voou
A estrela caiu do céu
O pedido que se pensou
O destino que se cumpriu
De sentir seu calor
E ser todo
Todo dia é de viver
Para ser o que for
E ser tudo
Sim, todo amor é sagrado
E o fruto do trabalho
É mais que sagrado
Meu amor
A massa que faz o pão
Vale a luz do teu suor
Lembra que o sono é sagrado
E alimenta de horizontes
O tempo acordado de viver
No inverno te proteger
No verão sair pra pescar
No outono te conhecer
Primavera poder gostar
No estio me derreter
Pra na chuva dançar e andar junto
O destino que se cumpriu
De sentir seu calor e ser tudo
Sim, todo amor é sagrado